A medicina felina mudou muito nos últimos anos. A espécie deixou de ser vista como uma adaptação da medicina canina e ganhou protocolos, linguagem clínica e preocupações próprias.
Do diagnóstico à hospitalização, cresce a consciência de que o gato exige ambientes, tempos, exames e comunicação adaptados. Esta mudança influencia a forma como se abordam doenças infeciosas, dermatologia, endocrinologia, comportamento e medicina preventiva.
Uma medicina mais específica
O desafio atual está em transformar conhecimento em prática diária: consultas mais preparadas, tutores mais bem informados e equipas capazes de reconhecer sinais subtis antes de estes se tornarem problemas maiores.
No contexto do CIVM 2026, estes temas ajudam a preparar uma participação mais crítica, informada e próxima da realidade das equipas veterinárias.